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Grupo D-Efeitos faz show em Campo Grande

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Trio é bicampeão do maior festival de dança do mundo, além de ser considerado fenômeno de sucesso na TV e nas redes sociais.

Aqueles que praticam e admiram as danças urbanas terão mais um motivo para prestigiar o MS Street Dance Fest 2010, que acontece no Teatro de Arena do Horto Florestal no próximo final de semana, em Campo Grande (MS). O trio D-Efeitos sobe ao palco do evento no dia 13 de novembro, a partir das 20 horas,  para apresentar um pocket show que mistura dança, efeitos corporais e música de qualidade.

Inspirados no estilo Glitch Hop, músicas com “defeitos de programação” ritmados, os dançarinos tornaram-se referência nacional ao vencer a primeira temporada de um programa de talentos, numa disputa com mais de 50 mil inscritos.

Para celebrar dois anos de trabalho, em 2010 os simpáticos meninos de óculos vazados viajaram o país como convidados especiais de uma série de encontros do gênero e voltaram ao palco do Festival de Dança de Joinville – considerado pelo Guinness Book o maior evento do mundo – para conquistar o bicampeonato e ter Andre Bidu indicado para o prêmio de melhor coreógrafo da competição. 

As apresentações do D-Efeitos primam pela excelência técnica e visual, além de estimular as sensações dos espectadores, resultados de um processo de estudo e experimentação de Andre Bidu, Renan Livi e André Dedo. Os clipes do grupo são sucesso nos canais de compartilhamento de conteúdo e somam cada vez mais fãs nas redes sociais.

MS Street Dance Fest 2010

11 a 15 de novembro a partir das 20horas
Ingressos: 5 reais (arquibancada) | 10 reais (cadeira)
Teatro de Arena do Horto Florestal – Campo Grande (MS)
Batalhas de Dança | Workshops | Competição de Grupos e Shows Especiais
Mais informações www.msstreet10.blogspot.com

Written by Luise Tietjen

novembro 7, 2010 at 5:14 PM

Grupo de Dança Univali participa do Prêmio Desterro em Florianópolis

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Encontro reúne grupos do sul do país na disputa por prêmios que somam 17 mil reais

Jazz Avançado - GDU

O Grupo de Dança Univali (GDU) participa neste final de semana da primeira edição do Prêmio Desterro, Festival de Dança de Florianópolis. Três coreografias dos acadêmicos-bailarinos da Univali foram selecionadas para integrar a programação dos espetáculos nas noites de sábado (21) e domingo (22), marcadas para às 19horas, no Teatro Governador Pedro Ivo, anexo ao Centro Administrativo de Governo na capital catarinense.

No sábado o GDU apresenta os trabalhos de criação em Dança Contemporânea e Jazz, ambos na categoria adulto – “O que se espera” e “Narciso acha feio o que não é espelho”,  respectivamente. Já no domingo é a vez do trio da Jazz “Antonietas” competir entre os grupos vindos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Para o GDU, chamou atenção a qualidade técnica das coreografias inscritas e a comissão técnica do júri, formada por competentes profissionais em dança do cenário nacional “preparados para avaliar bem as criações e proporcionar intercâmbio das linguagens desta arte”, comentou Leandro Ávila, há quatro anos na trupe.

Os grupos classificados em primeiro lugar de cada gênero receberão uma premiação em dinheiro no valor de mil reais. Já o grupo eleito pela comissão do júri como melhor grupo do Festival, será premiado com dez mil reais. Todos levam para casa certificados e troféus – além de ter cumprido um importante papel na promoção cultural da dança como expressão artística e de entretenimento da região.

D-Efeitos abre o Festival com pocket show

A primeira noite de Prêmio Desterro foi especial para os apreciadores da dança – e não importa se o bailarino sobe ao palco de sapatilha ou tênis! O trio bicampeão do Festival de Dança de Joinville, D-Efeitos, abriu a noite de espetáculos com o pocket show “Primeiro Ato”,  resultado dos estudos em danças urbanas, inspirado no curioso gênero musical Glitch Hop. Os convidados apresentaram-se nesta sexta-feira (20) para um público atento e inspirado, que prestigiou a movimentação artística em Florianópolis.

Mais informações: www.premiodesterro.com.br

Written by Luise Tietjen

agosto 20, 2010 at 10:45 PM

Itajaí recebe ícones da tradição oeste-africana

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Fanta Konatê e Troupe Djembedon apresentam espetáculo e oficinas de  percussão e dança africana

 Itajaí será o ponto de encontro entre Brasil e África: os timbres de instrumentos ancestrais e seus ritmos contagiantes, as danças, o resgate da tradição e o simbolismo da etnia Malinkê estarão ligados ao universo cultural brasileiro e serão apresentados por Fanta Konatê e a Troupe Djembedon em forma de espetáculo e oficinas nos dias 14 e 15 de junho na cidade.

Fanta Konatê e Troupe Djembedon

Fanta Konatê (www.fantakonate.com) é cantora e bailarina da etnia Malinkê da Guiné, filha de um dos maiores mestres percussionistas da África, Famoudou Konatê. Está no Brasil há sete anos à frente do Instituto África Viva (http://www.africaviva.org.br/), em São Paulo, espécie de embaixada da cultura guineana no país. Em 2007 lançou seu primeiro CD em parceria com o percussionista Petit Mamady, Djumbafedeá (pôr do som, em português) e, desde então, apresenta-se pelo país com o espetáculo Juramadén: A Diáspora da Luz, acompanhada pela Troupe Djembedon.

A Troupe Djembedon é formada por percussionistas brasileiros e liderada pelo marido de Fanta Konatê, Luiz Kinugawa. As apresentações do grupo incluem tambores típicos como os Dununs (tambores de base), Balofon (cujo nome significa bala=rio e fon=som), Bolon (espécie de contrabaixo africano) e o Djembê (tambor em forma de taça) adotado em vários países como um instrumento de expressão musical versátil e completo – considerado elemento vital para valorização da herança africana.

Espetáculo Juramadén: Diáspora da Luz

O espetáculo Juramadén: Diáspora da Luz traz ao palco vários ingredientes e informações das manifestações africanas, riqueza visual, ritmo e sonoridade. Resultado da união entre voz, dança e tambor, o trabalho apresenta-se como uma fonte de conhecimento e contemplação das temáticas da cultura Malinkê.  Em Itajaí, o show acontece no dia 15 de junho, às 21 horas, no Teatro Adelaide Konder da Univali. Os ingressos custam 20 reais e podem ser adquiridos no Conservatório de Música Popular de Itajaí ou no Setor de Arte e Cultura da Univali.

Oficinas de Percussão e Dança africana

Já as oficinas de percussão e dança africana estão marcadas para os dias 14 e 15 de junho, nos seguintes horários: segunda-feira (14) das 13h as 16 e 19h30min às 22h30min; terça-feira (15) das 13h às 16h. As inscrições têm o valor de 50 reais e podem ser feitas no site www.conservatoriodeitajai.com.br. O objetivo principal dos encontros é possibilitar que os aluno­s vivenciem a música e a dança africana, com noções básicas e intermediárias da prática, de maneira lúdica e integrada. Ao final das aulas, os participantes das duas oficinas vão juntar-se para um momento de integração entre percussão e dança, tendo uma noção de como é realizado um encontro típico da tradição malinkê. As oficinas não têm público alvo específico justamente por estar aberta ao público interessado, assim como estudiosos do tema.

Tradição africana em Itajaí

O evento Fanta Konatê e Troupe Djembedon em Itajaí é a efetivação de uma etapa do projeto Djembefola que está em atividade desde 2009 na região. Trata-se de um grupo de estudos de ritmos africanos e da cultura do djembê, que desenvolve atividades no Conservatório de Música Popular de Itajaí. A iniciativa tem o objetivo, também, de formação de um grupo de dança no sub-projeto Dança dos Povos, criando um paralelo entre as duas ações, que inseridas na cultura oeste-africana são inseparáveis.

É a primeira vez que estas atividades chegam à cidade através de um projeto cultural, para incentivar e integrar o movimento da tradição africana e dos grupos de percussão que cada vez mais reforçam suas atuações na região. Eduardo Moore, popularmente conhecido como Tiriba, pesquisador e musicista especializado em percussão popular, coordenador do projeto Djembefola, explica a importância do momento: “Após alguns anos de tentativas, articulações e muito trabalho, pela primeira vez é concedido à cidade de Itajaí a oportunidade imperdível de presenciar um espetáculo de música africana como esse, com músicos conceituados. É um show que transcende os padrões de conhecimentos musicais aos leigos, e transporta o espectador para uma realidade distante e ancestral. Além, claro, de promover o contato direto com os profissionais dessa cultura através das oficinas de dança e percussão”.

Conta com a parceria da Fundação Cultural de Itajaí, do Conservatório de Música Popular de Itajaí, do SESC Itajaí, do Setor de Arte e Cultura da Univali, da Teconvi, da SearaBraskarne, do Restaurante Univital, da Cópia e Cia Pró Banner, da Batuque Comunicação e do Café Maestro.

Serviço:

Espetáculo Juramadén – a Diáspora da Luz

Dia 15 de junho, às 21 horas, no Teatro Adelaide Konder da Univali – Campus Itajaí.
Ingressos: 20 reais, à venda no Conservatório de Música Popular (Rua Felipe Raiser, 200, São João) e no Setor de Arte e Cultura da Univali (Rua Uruguai, 458, Bloco 9, Campus Itajaí).

Oficinas de Percussão e Dança Africana

Dia 14 de junho, das 13h às 16h e 19h30min às 22h30min – Univali Campus Itajaí.
Dia 15 de junho, das 13h às 16h – Univali Campus Itajaí.

Locais: Percussão: Bloco 26 (Curso de Música da Univali), sala 206.
Dança: Sala de Multiuso 2, Ginásio de Esportes da Univali.
Inscrições: 50 reais, efetuadas pelo site www.conservatoriodeitajai.com.br

Palestra Gratuita sobre Tradição Malinkê

Dia 16 de junho, às 14 horas – SESC Itajaí, Avenida Marcos Konder.

Mais informações:

Conservatório de Música Popular de Itajaí  (47) 3344-3895
Eduardo Moore (47) 9974-3982