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Grupo de Dança Univali participa do Prêmio Desterro em Florianópolis

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Encontro reúne grupos do sul do país na disputa por prêmios que somam 17 mil reais

Jazz Avançado - GDU

O Grupo de Dança Univali (GDU) participa neste final de semana da primeira edição do Prêmio Desterro, Festival de Dança de Florianópolis. Três coreografias dos acadêmicos-bailarinos da Univali foram selecionadas para integrar a programação dos espetáculos nas noites de sábado (21) e domingo (22), marcadas para às 19horas, no Teatro Governador Pedro Ivo, anexo ao Centro Administrativo de Governo na capital catarinense.

No sábado o GDU apresenta os trabalhos de criação em Dança Contemporânea e Jazz, ambos na categoria adulto – “O que se espera” e “Narciso acha feio o que não é espelho”,  respectivamente. Já no domingo é a vez do trio da Jazz “Antonietas” competir entre os grupos vindos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Para o GDU, chamou atenção a qualidade técnica das coreografias inscritas e a comissão técnica do júri, formada por competentes profissionais em dança do cenário nacional “preparados para avaliar bem as criações e proporcionar intercâmbio das linguagens desta arte”, comentou Leandro Ávila, há quatro anos na trupe.

Os grupos classificados em primeiro lugar de cada gênero receberão uma premiação em dinheiro no valor de mil reais. Já o grupo eleito pela comissão do júri como melhor grupo do Festival, será premiado com dez mil reais. Todos levam para casa certificados e troféus – além de ter cumprido um importante papel na promoção cultural da dança como expressão artística e de entretenimento da região.

D-Efeitos abre o Festival com pocket show

A primeira noite de Prêmio Desterro foi especial para os apreciadores da dança – e não importa se o bailarino sobe ao palco de sapatilha ou tênis! O trio bicampeão do Festival de Dança de Joinville, D-Efeitos, abriu a noite de espetáculos com o pocket show “Primeiro Ato”,  resultado dos estudos em danças urbanas, inspirado no curioso gênero musical Glitch Hop. Os convidados apresentaram-se nesta sexta-feira (20) para um público atento e inspirado, que prestigiou a movimentação artística em Florianópolis.

Mais informações: www.premiodesterro.com.br

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Written by Luise Tietjen

agosto 20, 2010 at 10:45 PM

Trupe de dançarinos da Univali aprovada para o Festival de Dança de Joinville

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Solo de Dança Contemporânea | Re-Significações

O Grupo de Dança Univali (GDU) foi aprovado mais uma vez para integrar o seleto time de mais de 1500 bailarinos de todo país e América Latina, que passam pelos palcos do Festival de Dança de Joinville, o maior do gênero no mundo, registrado no Guiness Book. O evento acontece de 21 a 31 de julho na cidade catarinense, que já entrou no clima da salas de ensaio e pés com sapatilhas, divulgando o resultado da seletiva de aprovados para as competições e mostras paralelas no dia 1º de junho, segunda-feira.

Os acadêmicos-bailarinos tiveram cinco coreografias selecionadas pelo conselho artístico do festival, nas modalidades de dança contemporânea e jazz avançados. Entre elas, o solo de dança contemporânea do bailarino David Ruan Costa Nunes, acadêmico do curso de Educação Física da universidade, sobe ao palco principal do Centreventos Cau Hansen para representar a trupe na noite de competição. O trabalho chamado Re-Significações foi criado nas oficinas de experimentação em dança do GDU e pretende contar, em três minutos, uma história que se reconstrói de um passado recente, criando expectativas de presente e futuro para o público que a assiste.

As demais coreografias serão apresentadas na mostra de palcos alternativos, espalhados por pontos específicos da cidade, com programação gratuita ao público e em diversos horários do dia. São elas: solo (Resíduo), duo (Ego) e conjunto (O que se espera) avançados de dança contemporânea; e conjunto avançado de jazz (Narciso acha feio o que não é espelho). As informações de dias, horários e locais das apresentações serão divulgadas pelo evento somente no mês de julho.

A coordenadora do Grupo de Dança Univali, Luciana Gomes Alves, explica que este é o terceiro ano que o grupo participa do evento e que o foco do projeto, neste momento, é a troca de experiência técnica e de conhecimento com outros grupos que trabalhem as coreografias de maneira semelhante ao GDU. “Nosso objetivo não são as premiações em si, mas a oportunidade de exibir nossa maneira de criar e pensar a dança, como objeto de reflexão não só dos movimentos disciplinados do corpo, mas das temáticas que envolvem a criação coletiva das coreografias”, completa.

Além do Grupo de Dança Univali, outros grupos de Itajaí e região foram aprovados para participar do 28º Festival de Dança de Joinville. A lista completa de aprovados está disponível no site www.festivaldedanca.com.br.

Written by Luise Tietjen

junho 2, 2010 at 9:46 PM

Itajaí recebe ícones da tradição oeste-africana

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Fanta Konatê e Troupe Djembedon apresentam espetáculo e oficinas de  percussão e dança africana

 Itajaí será o ponto de encontro entre Brasil e África: os timbres de instrumentos ancestrais e seus ritmos contagiantes, as danças, o resgate da tradição e o simbolismo da etnia Malinkê estarão ligados ao universo cultural brasileiro e serão apresentados por Fanta Konatê e a Troupe Djembedon em forma de espetáculo e oficinas nos dias 14 e 15 de junho na cidade.

Fanta Konatê e Troupe Djembedon

Fanta Konatê (www.fantakonate.com) é cantora e bailarina da etnia Malinkê da Guiné, filha de um dos maiores mestres percussionistas da África, Famoudou Konatê. Está no Brasil há sete anos à frente do Instituto África Viva (http://www.africaviva.org.br/), em São Paulo, espécie de embaixada da cultura guineana no país. Em 2007 lançou seu primeiro CD em parceria com o percussionista Petit Mamady, Djumbafedeá (pôr do som, em português) e, desde então, apresenta-se pelo país com o espetáculo Juramadén: A Diáspora da Luz, acompanhada pela Troupe Djembedon.

A Troupe Djembedon é formada por percussionistas brasileiros e liderada pelo marido de Fanta Konatê, Luiz Kinugawa. As apresentações do grupo incluem tambores típicos como os Dununs (tambores de base), Balofon (cujo nome significa bala=rio e fon=som), Bolon (espécie de contrabaixo africano) e o Djembê (tambor em forma de taça) adotado em vários países como um instrumento de expressão musical versátil e completo – considerado elemento vital para valorização da herança africana.

Espetáculo Juramadén: Diáspora da Luz

O espetáculo Juramadén: Diáspora da Luz traz ao palco vários ingredientes e informações das manifestações africanas, riqueza visual, ritmo e sonoridade. Resultado da união entre voz, dança e tambor, o trabalho apresenta-se como uma fonte de conhecimento e contemplação das temáticas da cultura Malinkê.  Em Itajaí, o show acontece no dia 15 de junho, às 21 horas, no Teatro Adelaide Konder da Univali. Os ingressos custam 20 reais e podem ser adquiridos no Conservatório de Música Popular de Itajaí ou no Setor de Arte e Cultura da Univali.

Oficinas de Percussão e Dança africana

Já as oficinas de percussão e dança africana estão marcadas para os dias 14 e 15 de junho, nos seguintes horários: segunda-feira (14) das 13h as 16 e 19h30min às 22h30min; terça-feira (15) das 13h às 16h. As inscrições têm o valor de 50 reais e podem ser feitas no site www.conservatoriodeitajai.com.br. O objetivo principal dos encontros é possibilitar que os aluno­s vivenciem a música e a dança africana, com noções básicas e intermediárias da prática, de maneira lúdica e integrada. Ao final das aulas, os participantes das duas oficinas vão juntar-se para um momento de integração entre percussão e dança, tendo uma noção de como é realizado um encontro típico da tradição malinkê. As oficinas não têm público alvo específico justamente por estar aberta ao público interessado, assim como estudiosos do tema.

Tradição africana em Itajaí

O evento Fanta Konatê e Troupe Djembedon em Itajaí é a efetivação de uma etapa do projeto Djembefola que está em atividade desde 2009 na região. Trata-se de um grupo de estudos de ritmos africanos e da cultura do djembê, que desenvolve atividades no Conservatório de Música Popular de Itajaí. A iniciativa tem o objetivo, também, de formação de um grupo de dança no sub-projeto Dança dos Povos, criando um paralelo entre as duas ações, que inseridas na cultura oeste-africana são inseparáveis.

É a primeira vez que estas atividades chegam à cidade através de um projeto cultural, para incentivar e integrar o movimento da tradição africana e dos grupos de percussão que cada vez mais reforçam suas atuações na região. Eduardo Moore, popularmente conhecido como Tiriba, pesquisador e musicista especializado em percussão popular, coordenador do projeto Djembefola, explica a importância do momento: “Após alguns anos de tentativas, articulações e muito trabalho, pela primeira vez é concedido à cidade de Itajaí a oportunidade imperdível de presenciar um espetáculo de música africana como esse, com músicos conceituados. É um show que transcende os padrões de conhecimentos musicais aos leigos, e transporta o espectador para uma realidade distante e ancestral. Além, claro, de promover o contato direto com os profissionais dessa cultura através das oficinas de dança e percussão”.

Conta com a parceria da Fundação Cultural de Itajaí, do Conservatório de Música Popular de Itajaí, do SESC Itajaí, do Setor de Arte e Cultura da Univali, da Teconvi, da SearaBraskarne, do Restaurante Univital, da Cópia e Cia Pró Banner, da Batuque Comunicação e do Café Maestro.

Serviço:

Espetáculo Juramadén – a Diáspora da Luz

Dia 15 de junho, às 21 horas, no Teatro Adelaide Konder da Univali – Campus Itajaí.
Ingressos: 20 reais, à venda no Conservatório de Música Popular (Rua Felipe Raiser, 200, São João) e no Setor de Arte e Cultura da Univali (Rua Uruguai, 458, Bloco 9, Campus Itajaí).

Oficinas de Percussão e Dança Africana

Dia 14 de junho, das 13h às 16h e 19h30min às 22h30min – Univali Campus Itajaí.
Dia 15 de junho, das 13h às 16h – Univali Campus Itajaí.

Locais: Percussão: Bloco 26 (Curso de Música da Univali), sala 206.
Dança: Sala de Multiuso 2, Ginásio de Esportes da Univali.
Inscrições: 50 reais, efetuadas pelo site www.conservatoriodeitajai.com.br

Palestra Gratuita sobre Tradição Malinkê

Dia 16 de junho, às 14 horas – SESC Itajaí, Avenida Marcos Konder.

Mais informações:

Conservatório de Música Popular de Itajaí  (47) 3344-3895
Eduardo Moore (47) 9974-3982